Só Deus sabe o que por ti eu tenho sofrido;
A insuportável dor bem fundo no meu peito, o gosto de sangue na ponta da língua...
Só Deus sabe o tamanho do ódio que tá aqui dentro por na minha vida tu ter aparecido;
A indignação, te dei toda a minha atenção, todo o meu carinho e pra quê?
Pra no fim tu me deixar afundar nesse pântano pegajoso que é a solidão...
Só Deus sabe quantas lágrimas eu chorei, quantas lágrimas que por ti desperdicei;
Só Deus sabe quanto tempo da minha vida eu tenho perdido desde então...
Tudo pra alcançar teu coração, pra sentir, pra viver um pouco de amor;
Só Deus sabe o tempo que eu perco todos os dias tentando não me afogar no pântano da solidão...
Só Deus sabe como eu desejei te esquecer na noite passada;
Meu coração, mais uma vez por ti sangrou, meu corpo já frágil e dolorido se contorcia...
Minha alma, ainda inconformada com a sua partida, com a sua despedida, não era assim que eu queria;
Só Deus sabe como eu queria que na minha vida tu não tivesse existido;
Talvez assim eu não tivesse conhecido o verdadeiro sofrer, só Deus sabe como eu peço pra viver...
Só Deus sabe...
E ele será testemunha de como eu quero viver, dos esforços que mais uma vez farei pra te esquecer;
E a solução não é simplesmente te esquecer, é apenas te tirar de dentro do meu coração...
Remover aquele espinho que tu deixou aqui, que o faz sangrar desde então;
Não quero que vá embora de vez, só preciso de um tempo pra me recuperar...
Essa ferida em meu peito precisa cicatrizar, preciso de um tempo pra me reerguer...
"-Perdão, mas eu ainda não aprendi a lidar com essa distância entre nós dois."
domingo, 1 de julho de 2012
O que o destino quer me mostrar?
Eu quero conversar, quero ouvir e ser ouvido...
Eu queria saber o que era essa tal calor humano, será que ele ainda existe?
Quero abraçar e ser abraçado;
Esse tal calor humano, será que ele aquece mesmo quem acredita e insiste?
Sinto falta de uma interação;
Mas não é de qualquer interação, sinto falta da emoção, me encontro de mãos dadas com a solidão...
Cadê os sentimentos, cadê? Se foram com o vento?
Onde foi parar o meu coração?
Me abandonou, me deixou ao relento;
Abandonou meu peito por conta própria, congelou com o vento...
Sou um recipiente oco, sem amor, sem calor, sem vida;
Meu coração, seco, sem vida, dele não se escuta nem a mais fraca batida...
Abandonados, dilacerados, destruídos, esquecidos;
Gritamos, não nos escutaram, não nos regataram, sequer fomos percebidos...
A lágrima quente escorreu, levando consigo o pouco calor;
Apagando de vez aquela pequena brasa que um dia fora a chama ardente do amor...
Chama que queimava e ardia;
A chama do amor que ardia, coração que batia à todo vapor...
Coração que a tristeza até então não conhecia;
Mas o chama se apagou, a tristeza se apresentou e no lugar do amor só restou o gélido rancor...
Rancor, por não saber o que fazer, por não saber o que dizer;
Eu só queria amar, só queria que meu frágil corpo pudesse novamente se esquentar...
Eu só quero novamente poder viver, escutar meu coração novamente bater;
Esquecer você que me abandonou, seguir em frente e enxergar o que o destino tem a me mostrar...
Eu queria saber o que era essa tal calor humano, será que ele ainda existe?
Quero abraçar e ser abraçado;
Esse tal calor humano, será que ele aquece mesmo quem acredita e insiste?
Sinto falta de uma interação;
Mas não é de qualquer interação, sinto falta da emoção, me encontro de mãos dadas com a solidão...
Cadê os sentimentos, cadê? Se foram com o vento?
Onde foi parar o meu coração?
Me abandonou, me deixou ao relento;
Abandonou meu peito por conta própria, congelou com o vento...
Sou um recipiente oco, sem amor, sem calor, sem vida;
Meu coração, seco, sem vida, dele não se escuta nem a mais fraca batida...
Abandonados, dilacerados, destruídos, esquecidos;
Gritamos, não nos escutaram, não nos regataram, sequer fomos percebidos...
A lágrima quente escorreu, levando consigo o pouco calor;
Apagando de vez aquela pequena brasa que um dia fora a chama ardente do amor...
Chama que queimava e ardia;
A chama do amor que ardia, coração que batia à todo vapor...
Coração que a tristeza até então não conhecia;
Mas o chama se apagou, a tristeza se apresentou e no lugar do amor só restou o gélido rancor...
Rancor, por não saber o que fazer, por não saber o que dizer;
Eu só queria amar, só queria que meu frágil corpo pudesse novamente se esquentar...
Eu só quero novamente poder viver, escutar meu coração novamente bater;
Esquecer você que me abandonou, seguir em frente e enxergar o que o destino tem a me mostrar...
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