quarta-feira, 13 de março de 2013

Memórias de um derrotado

E pensar que um dia acreditei que iria vencer;
E pensar que um dia você ia me notar...
Pensar que um dia eu realmente poderia te enxergar como sempre quis te ver;
Acreditar que todas as minhas palavras iriam teu coração alcançar...

Vou cortar os laços que ainda me prendem a tua presença cruel;
Vou me distanciar de todo esse seu mal involuntário...
Vou ser crédulo o bastante pra crer que você não faz por querer;
Vou seguir em frente, não vou mais te seguir, e você, por favor, não vá se arrepender...

Essas são as memórias de um derrotado;
Memórias de um alguém injustamente sacrificado...

Então siga em frente e não se arrependa, não olhe para trás;
Não volte, não olhe, não aqueça seu coração...
Ou agora, a morte desse rapaz terá sido em vão;
Não volte, não olhe para trás, mágoas?
Relaxe, com o tempo e com o vento, até a pior se desfaz...

Pois essas são as memórias de um derrotado;
Uma maldição que ele injustamente, à carregar foi selecionado...
Essas são as minhas memórias de um derrotado;
Não volte e não olhe para trás, hoje isso não tem mais significado...

domingo, 10 de março de 2013

Um suspiro, um pouco da verdadeira felicidade...


Quero encontrar um tesouro, mais valioso que qualquer ouro ou diamante;
Quero essa jóia de valor inestimável, de brilho radiante...
Quero a felicidade, um dos maiores tesouros da humanidade atual;
A única capaz de nos libertar de toda essa tristeza, de todo esse mal...


E então eu canto, e minhas belas palavras estão carregadas de ódio...
Eu canto, e assim eu liberto do mal, meu coração;


Felicidade, o presente tão almejado, para aquele que chora;
Para os que já não possuem forças pra seguir adiante...
Para quem não suporta esse dia-a-dia de sofrimentos constantes;
Felicidade agora, para aquele que chora, para quem grita e implora...

E então eu canto, e cuspo pra fora toda a tristeza que crava em minha carne...
Canto, choro e grito, pois tal sentimento ruim me põe em estado de insanidade;

Felicidade, para os guerreiros, que mesmo tristes, não abandonam a caminhada;
Com a promessa de que dias melhores estão por vir...
Com a chama ardente, queimando no peito intensamente;
Felicidade, por um dia em que verdadeiramente, se possa sorrir...

E então eu canto sozinho, pois só assim posso libertar a minha alma...
Canto sem escutar a minha voz, pra não escutar as palavras afiadas causadas por sentimentos frios;

Sorrir sem tristeza no peito, sem aquela falsidade que abita os becos mais sombrios da alma;
E então eu canto, e minhas belas palavras estão carregadas de ódio...
Eu canto e assim eu liberto do mal, meu coração;
E então eu posso dormir...

Uma maldição, um sorriso, felicidade...


Ei, você aí, não vá ainda, me dê só mais um instante pra falar;
Me dê só mais alguns segundos pra que eu poder te amaldiçoar...
Por cada lágrima sofrida;
Por todas as noites em claro perdidas...

E se hoje eu te amaldiçoou, é porque por muito tempo eu tentei;
Te amaldiçoou, por tudo o que me causou, por tudo que não ganhei...
E então sozinha vai caminhar, sozinha vai sofrer e vai saber como foi depois de te conhecer;
E então vai pagar, vai ganhar, as mesmas cicatrizes que ganhei...
E então vais saber o quanto eu sangrei...

Por favor, não me julgue como vilão dessa história;
Não tente, pois essa mentira não irá prevalecer...
As estrelas que um dia te dediquei, hoje são as provas de todo amor que eu te dei;
Só essas estrelas sabem, um amor tão grande, e você não foi capaz de corresponder...

Então não olhe mais para trás, siga em frente e me deixe aqui;
Apesar de tudo, eu não te mereci...
Então não olhe mais para trás, olhe para frente e nunca deixe de sorrir;
Seque esses olhos e ignore cada palavra minha, um dia a verdadeira felicidade vai te encontrar...
Porém, nessa sua felicidade, não me restou um lugar.