Quero essa jóia de valor inestimável, de brilho radiante...
Quero a felicidade, um dos maiores tesouros da humanidade atual;
A única capaz de nos libertar de toda essa tristeza, de todo esse mal...
E então eu canto, e minhas belas palavras estão carregadas de ódio...
Eu canto, e assim eu liberto do mal, meu coração;
Felicidade, o presente tão almejado, para aquele que chora;
Para os que já não possuem forças pra seguir adiante...
Para quem não suporta esse dia-a-dia de sofrimentos constantes;
Felicidade agora, para aquele que chora, para quem grita e implora...
E então eu canto, e cuspo pra fora toda a tristeza que crava em minha carne...
Canto, choro e grito, pois tal sentimento ruim me põe em estado de insanidade;
Felicidade, para os guerreiros, que mesmo tristes, não abandonam a caminhada;
Com a promessa de que dias melhores estão por vir...
Com a chama ardente, queimando no peito intensamente;
Felicidade, por um dia em que verdadeiramente, se possa sorrir...
E então eu canto sozinho, pois só assim posso libertar a minha alma...
Canto sem escutar a minha voz, pra não escutar as palavras afiadas causadas por sentimentos frios;
Sorrir sem tristeza no peito, sem aquela falsidade que abita os becos mais sombrios da alma;
E então eu canto, e minhas belas palavras estão carregadas de ódio...
Eu canto e assim eu liberto do mal, meu coração;
E então eu posso dormir...
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